Óleo de SALSA (PLANTA)

Texto recebido por email que compartilho com vocês hoje

Óleo de SALSA PLANTA
(Baixo APIOL < 1%)

Um óleo para os sonhos e para a tristeza

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Após anos de busca, finalmente a Laszlo conseguiu um óleo de salsa (Petroselinum crispum) com “cheiro de salsa”, já que a maioria dos óleos do mercado não costumam ter o aroma da erva para uso como tempero. Seu perfume maravilhoso o torna especial para molhos, saladas e assados.

Um grande diferencial deste óleo também está na sua concentração de apiol, menos de 1%. Apiol é o componente conhecido por dar ao óleo de salsa propriedades abortivas. Em geral, o óleo das sementes possui mais de 30% de apiol. Por ter menos de 1%, este óleo da planta é mais seguro para grávidas.

Ele igualmente se destaca por possuir 2% de elemicina e 11% de miristicina, componentes ativo do óleo de noz moscada que o tornam aluncinógeno9. Esta ação psicotrópica da miristicina e elemicina só ocorre em altas doses, e em geral, doses terapêuticas em difusores de ambiente ou óleo de massagem promovem um efeito de favorecimento do sono (noite tranquila), em algumas pessoas estimula os sonhos, reduz estados depressivos, possui propriedades anti-inflamatórias1 em potência similar a indometacina8, ação anti-cancerígena4,5 e preventiva do câncer7. No sistema nervoso age como um inibidor não seletivo da MAO11, o que pode significar potencial de uso na melhoria dos sintomas da doença de Parkinson e da depressão.

MAOs (monoamina oxidase) são enzimas que quebram neurotransmissores e cessam a sua atividade de mensagens. A MAO-A quebra serotonina, epinefrina e norepinefrina; MAO-B desativa dopamina. Inibidores da MAO impedem o processo de degradação de neurotransmissores, permitindo que os neurotransmissores permaneçam disponíveis nas sinapses entre as ligações dos nervos. Inibidores da MAO são prescritos para a depressão, mas devido a suas interações perigosas com certos alimentos, eles costumam ser substituídos por outros tipos de antidepressivos. As ervas e óleos essenciais são mais suaves neste processo de inibição e podem inibir a MAO-A e a MAO-B sem os efeitos colaterais desagradáveis dos antidepressivos.

A miristicina mostrou ter um efeito indutor da enzima glutationa-s-transferase2,7, importante para síntese de glutationa, um dos antioxidantes mais importantes do corpo. Com isso, foi identificado que ela possui ação hepatoprotetora3. Em doses elevadas a miristicina é neurotóxica. Contudo, em doses baixas, comumente empregadas na aromaterapia e culinária, a miristicina não apresentou toxidade e riscos à saúde humana6.

Além de antioxidante12, o óleo de salsa demonstrou possuir um efeito supressor da resposta imune1,13, sendo benéfico seu uso em doenças auto-imunes. São relatadas propriedades muito benéficas deste óleo essencial na parte digestiva, no alívio de gases, digestão lenta e congestão hepática14. O óleo da planta beneficia também a mulher, reduzindo sintomas associados à menopausa e tensão pré-menstrual, contudo, é menos potente do que o óleo das sementes por conter pouco apiol.

Na área estética é usada na drenagem linfática, por ser um óleo descongestionante da linfa e que facilita a circulação, além de ser diurético.

Há citações de que a salsa seja útil como um poderoso tônico para as suprarrenais e a tireóide15,16 e que aumente os níveis de testosterona.

No emocional a salsa age estimulando a ação frente a adversidades. Útil para aqueles que tem medo de ousar e agir, enfrentando as dificuldades. Para indivíduos inseguros, coesos e retraídos, principalmente sob situações assertivas impostas pela vida.

Uma boa combinação para aqueles que se sentem deprimidos e tristes, é o uso da salsa combinada com a laranja ou a mandarina em difusores. Um toque de canela nesta mistura intensifica ainda mais seu efeito positivo estimulando a alegria.

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Textos: Fabian Laszlo

Este óleo essencial você acha na

LASZLO
Natural é Estar Bem!
www.laszlo.com.br

Referências:

  1. Lee JY, Park W. Anti-inflammatory effect of myristicin on RAW 264.7 macrophages stimulated with polyinosinic-polycytidylic acid. Molecules. 2011;16(8):7132-42.
  2. Ahmad H, et al. Preferential overexpression of a class MU glutathione S-transferase subunit in mouse liver by myristicin. Biochem Biophys Res Commun. 1997 Jul 30;236(3):825-8.
  3. Morita T et al. Hepatoprotective effect of myristicin from nutmeg (Myristica fragrans) on lipopolysaccharide/d-galactosamine-induced liver injury. J Agric Food Chem. 2003 Mar 12;51(6):1560-5.
  4. Martins C et al. Myristicin from nutmeg induces apoptosis via the mitochondrial pathway and down regulates genes of the DNA damage response pathways in human leukaemia K562 cells. Chem Biol Interact. 2014 Jul 25;218:1-9.
  5. Lee BK et al. Myristicin-induced neurotoxicity in human neuroblastoma SK-N-SH cells. Toxicol Lett. 2005 May 16;157(1):49-56.
  6. Hallström H1, Thuvander A. Toxicological evaluation of myristicin. Nat Toxins. 1997;5(5):186-92.
  7. Zheng GQ, et al. Inhibition of benzo[a]pyrene-induced tumorigenesis by myristicin, a volatile aroma constituent of parsley leaf oil. Carcinogenesis. 1992 Oct;13(10):1921-3.
  8. Ozaki Y, et al. Antiinflammatory effect of mace, aril of Myristica fragrans Houtt., and its active principles. Jpn J Pharmacol. 1989 Feb;49(2):155-63.
  9. Shulgin AT. Possible implication of myristicin as a psychotropic substance. Nature. 1966 Apr 23;210(5034):380-4.
  10. Truitt Eb Jr et al. Evidence of monoamine oxidase inhibition by myristicin and nutmeg. Proc Soc Exp Biol Med. 1963 Mar;112:647-50.
  11. Truitt Eb Jr et al. Evidence of monoamine oxidase inhibition by myristicin and nutmeg. Proc Soc Exp Biol Med. 1963 Mar;112:647-50.
  12. Fejes S et al.Investigation of the in vitro antioxidant effect of Petroselinum crispum (Mill.) Nym. ex A. W. Hill. Acta Pharm Hung. 1998 May;68(3):150-6.
  13. Yousofi A et al. Immunomodulatory effect of Parsley (Petroselinum crispum) essential oil on immune cells: mitogen-activated splenocytes and peritoneal macrophages. Immunopharmacol Immunotoxicol. 2012 Apr;34(2):303-8.
  14. Farzaei MH et al. Parsley: a review of ethnopharmacology, phytochemistry and biological activities. J Tradit Chin Med. 2013 Dec;33(6):815-26.
  15. http://articles.herballegacy.com/parsley/
  16. https://womenencouragingwomen.wordpress.com/2014/03/13/parsley-tea-thyroid-adrenals-and-me/

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