Mitos e verdades sobre o Reiki

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Reiki – Magnetobiologia ou Biomagnetismo. Terapia através da troca de energia pelas mãos

Não é magia!!! É Tecnologia!!

Uma alternativa terapêutica já está sendo usada em 80 países para o complemento no tratamento de doenças graves: o toque terapêutico.
Ele consiste na imposição das mãos sobre o paciente, sentindo todo o campo energético, e é capaz até de auxiliar na cura das enfermidades.
Sem conteúdo e nem experiência, algumas pessoas batem o martelo contra as terapias complementares, especialmente energéticas, apesar dos Ministérios do Trabalho e da Saúde terem legalizado várias terapias que já existiam antes do descobrimento do Brasil.

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Agora é a ciência quem afirma: a energia pode ser transmitida a distância e sem fios!
A notícia foi divulgada dia 08 de junho de 2007 pela agência britânica BBC, embora a experiência tenha sido nos Estados Unidos, onde a ciência oficial funciona em cartel, embora a corte suprema norte-americana, ao contrário de alguns tribunais regionais brasileiros, derrube todos os processos movidos contra as terapias holísticas.

A notícia relata que pesquisadores do Massachusetts Institute of Technology (MIT) (http://web.mit.edu/) acenderam uma lâmpada de 60W localizada a dois metros de distância da fonte de energia, sem fios conectados entre ambos os objetos.

O sistema funciona criando um campo magnético entres duas bobinas de cobre, uma na fonte de energia e outra no aparelho eletrônico.
A lâmpada foi acesa mesmo quando foram colocados objetos entre ela e a fonte de energia.

A Magnetobiologia investiga os efeitos que os campos magnéticos podem produzir sobre os seres vivos. Ou seja, analisa os efeitos de campos incidentes sobre os organismos. Esta área comporta uma vasta gama de frequências e intensidades de campos magnéticos representados por todo o espectro eletromagnético, incluindo a analise dos campos magnéticos gerados por: equipamentos de ressonância magnética, linhas de alta tensão, aparelhos celulares, entre outros.

Por sua vez, o Biomagnetismo abrange os campos magnéticos gerados por organismos vivos ou por marcadores magnéticos inseridos nesses organismos.
Para os seres humanos, usualmente, as frequências de interesse situam-se entre 0Hz e 1kHz, e as intensidades, das densidades de fluxo magnético, entre 1fT (1 femtotesla) e 1 nT (1 nanotesla).

Campos magnéticos biológicos têm origem em correntes elétricas que percorrem TODAS as células (um ótimo exemplo são as células do sistema nervoso e do coração). E também em outros órgãos que concentram moléculas de metálicas como o ferro (por exemplo a Hemoglobina), e outros metais que tem capacidade de gerar campo magnético, acumulados em certos órgãos (como o fígado e o pulmão).

A bomba de Sódio / Potássio é responsável por todas as ações celulares e trocas de materiais biológicos, assim como a manutenção de tecidos, órgãos e sistemas, através da geração de energia elétromagnética.

Medir tais campos permite localizar com precisão a região que os produz e determinar a intensidade da corrente ou a concentração dos materiais.
Porém são campos magnéticos de baixa magnitude individualmente, de maneira que só é possivel comprovar sua ação através de testes laboratoriais de alta resolução.

A medição destes campos magnéticos tão fracos só foi possível a partir de 1960, com o avanço da física e a criação dos SQUID (superconducting quantum interference devices), ou dispositivos supercondutores de interferência quântica.
Como o nome indica, seu funcionamento baseia-se em um fenômeno quântico: o efeito Josephson.
Eles podem medir campos da ordem de femtoteslas (fT que é uma grandeza de 10-15 T) e têm ampla aplicação na física, desde pesquisas com ondas gravitacionais até a construção de voltímetros altamente sensíveis.

Quando se consegue construir um dispositivo para medir campos magnéticos tão ínfimos, surge um sério problema: o ruído magnético ambiental é, em alguns casos, dezenas de milhões de vezes mais intenso que os campos que se pretende detectar.
Como superar esse problema? A solução mais simplista é a construção de uma câmara magneticamente blindada.
Para você ter idéia de quão fracos são os campos biomagnéticos, aqui vai uma breve lista.
Repare que a maioria deles são milhões de vezes mais fracos do que a unidade microtesla, da qual falamos até agora:

Campo Magnético
1 microtesla (para referência) 10-6T
Partículas Magnéticas no Pulmão 10-9 T
Músculo Esquelético 10-11T
Músculos Tubo Gastrointestinal 10-11 T
Músculo Cardíaco Fetal 10-12 T
Cérebro 10-12 T
Coração 10-9 T

Deturpando o eletromagnetismo para explicar o “sobrenatural”

Como se vê, o coração gera um campo mais forte que o cérebro.
Aqui já começam as grandes deturpações místicas do conceito da coisa.
A intensa atividade elétrica do coração gera um campo milhares de vezes mais forte do que aquele originado no cérebro.
Os místicos acham que isso mostra que o coração tem algum tipo de poder maior do que o cérebro e outras divagações estapafúrdias.
Ora, estes campos são apenas resultado de correntes elétricas tênues.
Não há controle sobre os mesmos, tampouco somos capazes de direcioná-los ou qualquer coisa do tipo.

Alegam os “ocultistas”, religiosos e místicos em geral que estes campos eletromagnéticos são uma espécie de “super poder”.
Acham que os campos eletromagnéticos gerados pelo coração podem ser “sentidos” por outras pessoas. Ou que o cérebro poderia trocar informações com outros cérebros através do eletromagnetismo.
Porém, acabamos de mostrar que apenas com o desenvolvimento do SQUID e dentro de uma sala magneticamente blindada é que conseguimos medir os campos magnéticos biológicos, justamente por serem tão fracos.
Quem em sã consciência conseguiria acreditar que um campo magnético MILHÕES de vezes mais fraco do que o de uma televisão seja capaz de nos afetar a distância?

Acontece que o campo magnético total do nosso corpo ainda é inferior a energia que está no ambiente ao nosso redor.
Porém, o nosso corpo reage em nível estritamente biológico aos campos magnéticos exteriores ao corpo.
E o faz de acordo com leis exclusivamente físicas, como frequência e intensidade do campo.

Recentemente o Dr. Joseph Kirschvink, professor no California Institute of Technology, comprovou que possuímos cristais de magnetita em neurônios.
Talvez, seja um resquício evolucionário, já que aves, peixes, insetos e bactérias também o possuem. Embora o doutor duvide que estes cristais magnéticos tenham quaisquer capacidades sensoriais, isso pode sinalizar que fortes perturbações no campo magnético podem afetar a saúde de um indivíduo.
Nos animais, como aves e peixes, estes cristais parecem exercer importante papel na geolocalização usando o campo magnético da Terra.

Ainda assim, novamente, isso ocorreria como resultado da ação de leis da física amplamente conhecidas, sem mágicas ou fenômenos sobrenaturais.
Tanto quanto um ímã atrai um metal, um campo magnético pode interagir com estes pequenos cristais de magnetita.
Para dirimir qualquer tentativa de místicos usurparem seu trabalho, o próprio Dr. Kirschvink diz que mesmo experimentos cuidadosamente controlados em busca de fenômenos, como percepção extra-sensorial ou encontrar água debaixo da Terra, falharam.

Infelizmente, a ignorância é soberana entre aqueles que querem acreditar em ocultismo. Ainda leremos e ouviremos muitas besteiras sobre como os espíritos e o sobrenatural interagem com os campos eletromagnéticos. E não adiantará explicarmos detalhadamente sobre os erros que cometem ao corromper a física para explicar conceitos metafísicos. Ainda assim, aqui fica uma breve explicação para quem quiser ler.
E, diferentemente dos conceitos místicos sobre campos de força, aqui você não tem alternativa entre acreditar ou não, uma vez que tudo o que foi apresentado aqui está embasado em séculos de pesquisas sérias e lastreado sobre sólidas evidências que só a ciência é capaz de prover.

Através da proximidade ou imposição das mãos, somos capazes de gerar uma corrente eletromagnética por condução.
E isto é usato até mesmo instintivamente, quando você bate a canela em um quina de mesa, a primeira ação e passar as mãos sobre o local, para aliviar a dor….

Veja como o Reiki surgiu e está sendo aplicado pelo mundo:

– a técnica apareceu nos EUA, em 1972, pelas mãos da enfermeira Dolores Krieger e da terapeuta Dora Kunz, desenvolvendo a ideia de que a energia produzida pelo nosso corpo é concentrada em nossas mãos, pode ajudar a curar;
– os historiadores acreditam que os egípcios usavam a técnica para curar doenças desconhecidas ou até mesmo aquela famosa dorzinha muscular, que todo mundo conhece;
– o toque terapêutico ajuda no relaxamento muscular, no processo de cicatrização e no combate às infecções;
– para os especialistas, a técnica é um tratamento complementar, ou seja, apesar de ser usado em várias doenças, o toque terapêutico não pode e não deve substituir os medicamentos;
– diferente do Reiki, que é uma técnica espiritual e trabalha com os chácaras, o toque terapêutico não é espiritual e pode ser trabalhado em qualquer parte do corpo.

Como Funciona:

– o terapeuta coloca as mãos próximas ao corpo do paciente em especial nas áreas em que é referida dor ou disfunção;
– os movimentos básicos são de alisamento e até massagem.
– o resultado final é sempre interessante. Pode-se perceber aquecimento das regiões afetadas, o tem muito a ver com processos inflamatórios (dor calor, rubor tumor…), ausência e esfriamento tem a ver com edema, inchaço e também com lesões musculares e contraturas;
– as pessoas que passam pelo tratamento relatam que sentem alívio imediato e também duradouro.

Acredite, não é magia, é transferência de energia terapêutica.

Procure sempre um profissional Habilitado.

Veja mais:

http://youtu.be/6PvT5B9jw8g

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