MUSGO DE CARVALHO ABS

Boreal Oakmoss3Este absoluto é extraído de musgos que crescem no tronco de velhos carvalhos e coníferas, Ele possui uma nota de fixação poderosa para perfumes. Seu aroma quente e seco traz nuances maravilhosas em perfumes, principalmente quando combinados com óleos ricos em linalol como o Pau Rosa, Rosewood e a Lavanda.

Ao crescer nos troncos, o musgo passa a ter um abrigo onde tira toda a umidade que precisa e todos os nutrientes da superfície da casca morta. Em troca, ele protege a madeira interna, repelindo com seu aroma microorganismos que podem ocasionar a podridão, além de brocas. 

No campo sutil, este é o mais poderoso óleo capaz de fechar o campo áurico e proteger o corpo das perdas energéticas. É um poderoso elemento anti-vampiresco, que ajuda a fechar a aura daqueles que facilmente são drenados de suas energias e forças por pessoas negativamente pesadas. Se adiciona em álcool em proporção de 20-40 gotas para cada 100ml e borrifa-se sobre todo o corpo e/ou ambiente.

Também é um poderoso cicatrizante e agente antioxidante quando empregado topicamente, muito empregado em cosméticos com finalidade anti-idade e rejuvenescimento facial.

Texto recebido através da newsletter da Laszlo

Grapefruit

Grapefruit

 

Nome latino: Citrus paradasi

Família: Rutaceae

Guia de compra:

  • Cor: Amarelo a verde-claro
  • Viscosidade: Úmido
  • Aroma: Doce, quente, cítrico fresco. Os óleos círicos devem ser usados até no máximo seis meses depois da compra

Países de origem: Estados Unidos, África do Sul, Israel, Brasil

Descrição: Árvore pequena com folhas perenes, escuras e grandes, flores grandes branco-cremosas, frutos amarelos.

Partes usadas: Casca fresca

Método de extração: Compressão a frio.

Rendimento:  0,5 a 1%

Usos mais importantes: Cansaço muscular, rigidez, celulite, dor de cabeça, acne, cansaço mental, ressaca, retenção de líquido, anti-séptico, desinfetante, desintoxicação.

Propriedades terapêuticas: Tônico, digestivo, depurativo, anti-séptico, anti-infeccioso, restaurador.

Principais componentes químicos: D limoneno, gama terpineno, nutquetono, cadineno, neral, citronelal

Mistura-se bem com: gengibre, zimbro, cipreste, esclareia, cravo-da-índia, palmarosa, ilangue-ilangue, tangerina, Lavanda, gerânio, alecrim, tomilho-lanoso, hortelã pimenta,  eucalipto (todos), , pimenta-do-reino, olíbano, patchuli.

Fatos interessantes: A planta foi introduzida nas Antilhas, procedente da China, por um capitão chamado Shaddock, e o fruto ficou conhecido a partir de então como “fruto de Shaddock”. Em 1809 as sementes viajaram com os colonizadores espanhóis para os Estados Unidos, onde entretanto o grapefruit não foi cultivado para comercialização antes de 1880. Em muitas partes do mundo os produtos deteriorados dessa e de outras frutas cítricas são triturados e usados como forragem para animais.

 

Contra indicação: Não se tem notícia de nenhuma.

 

Retirado do livro: A – Z Aromaterapia – Susan Worwood

Gerânio

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Nome latino: Pelargonium graveolens, P roseum, P asperum

Família: Geranieacecae

Guia de compra:

  • Cor: Incolor a verde-claro
  • Viscosidade: Úmido
  • Aroma: Doce, suave, fresco, lembrando o da rosa

Países de origem: Ilha Reunião (para o gerânio tipo burbom), Madagascar, Egito, Argélia, Marrocos, Rússia, China, França, Estados Unidos

Descrição: Pode crescer até 1 m de altura; pequenas folhas bem esparsas e florzinhas branco-rosadas.

Partes usadas: Folhas e hastes

Método de extração: Destilação com vapor.

Rendimento:  0,1 a 0,2%

Usos mais importantes: Problemas de reprodução femininos, fertilidade, distúrbios circulatórios, antidepressivo, menopausa, machucados, feridas, hemorroidas, bactericida, anti-infeccioso, cansaço, nervoso, equilíbrio emocional.

Propriedades terapêuticas: Adstringente, hemostático, diurético, anti-séptico, antidepressivo, regenerador, tônico, antibiótico, antiespasmódico, anti-infeccioso.

Principais componentes químicos: Citronelol, geraniol, citronelil fromato, linalol, terpineol, iso mentono

Mistura-se bem com: limão, grapefruit, Lavanda, alecrim, camomila-romana, hortelã pimenta, cravo-da-índia, esclareia, gengibre, palmarosa, tangerina, ilangue-ilangue, sândalo, pimenta-do-reino, erva doce, zimbro, cipreste, rosa-damascena, rosa-marroquina, jasmim, olíbano, laranja.

Fatos interessantes: Introduzido na Europa, vindo da África no século 17. Há aproximadamente setecentas variedades de gerânio, mas apenas dez são usadas na feitura do óleo essencial. O tipo ornamental de gerânio, conhecido dos jardineiros, normalmente não se presta ao óleo essecila. O aroma exclusivo, que lembra o da rosa, é capturado colhendo-se as flores assim que as folhas ficam amarelas, antes disso o aroma lembra mais o do limão.

Contra indicação: Não se tem notícia de nenhuma.

 

Retirado do livro: A – Z Aromaterapia – Susan Worwood

 

 

 

 

 

Massoia

Achei muito interessante esse Óleo e a maneira do distribuidor descrever o mesmo. Fica a dica!

 

Massoia (Cryptocarya massoia)vidurasena-shaving-the-outer-layer-of-cinnamon-bark[1].jpg

O raro óleo da madeira que cheira a coco!

          O gênero Cryptocarya da família lauraceae é composto por mais de 350 espécies distribuídas através dos trópicos, subtrópicos e em regiões temperadas do mundo. Muitas espécies deste gênero tem sido utilizadas extensivamente como medicamento em um grande número de práticas etnobotânicas.             
          A árvore da massoia, é endêmica da ilha da Nova Guiné, tendo porte médio com ótimo desenvolvimento em florestas tropicais entre 400m e 1.000m de altitude.            
          Sua madeira aromática, se assemelha em aparência à da canela e é artigo de comércio a séculos. É utilizada pelas mulheres Javanesas e balinenses para preparar uma pomada aquecedora chamada “bobori”, que possui um agradável cheiro. Diz-se que as mulheres de pele branca adquirem um tom rosado suave com este produto. Tal efeito se deve ao efeito irritante na pele exercido pelo óleo essencial, principalmente se utilizado puro.               
          O óleo de massoia possui um aroma doce, extremamente similar ao cheiro de coco, sendo produzido da madeira que é obtida cortando a árvore na base, fazendo incisões circulares com intervalos de um metro, deixando depois a madeira para secar. Cada árvore rende em torno de 65kg de madeira seca, sendo que a maior parte do suprimento mundial é originário da Indonésia, principlamente de Irian Java que é a metade oeste da Nova Guiné.               
          O óleo de madeira de massoia é empregado pela indústria de alimentos como um aditivo aromatizante de margarinas, sorvetes, doces e leite. Poucas gotas dão um sabor delicioso de coco. Os componentes do óleo essencial são muito raros e somente encontrados em poucas plantas, como o macassá.             
          A massoia lactona presente no óleo, possui ação anticonvulsivante, analgésica, antiinflamatória e sedativa [1,2,3] potentes. Também apresentou potencial anticancerígeno [3].            
          No campo psicológico o óleo desperta o ânimo, traz alegria, entusiasmo, trabalhando a rigidez, depressão e melancolia. É considerado afrodisíaco, tanto em massagens, quanto inalação. Ao mesmo tempo, é um sedativo útil na insônia e ansiedade.     
          Na perfumaria, a massoia combina super bem com pau rosa, hortelã limão, sândalo, cedro do atlas, ambreto, benjoim, cacau e baunilha, jasmim e outros óleos essenciais na confecção de perfumes diferentes e arrojados. Contudo deve ser usada com cautela pois pode ocasionar irritação nas axilas, motivo que levou a IFRA a não indicar mais o seu uso em perfumes comerciais. Em aromatizadores de ambiente contudo não apresenta problemas.            

Resumo de indicações:isolated-cinnamon-stick[1].jpg


Ansiedade +++
Insônia ++
Depressão +
Anticonvulsivo (epilepsia) ++
Antiinflamatório +++
Analgésico +
Relaxante +
Estimulante da circulação local ++
Tonificante facial – dá viço e cor à pele pálida (<1%) +++
Anticatarral e mucolítico
Antiinfeccioso
Afrodisíaco +
Estimulante sexual (em cremes de 0,5-1%) ++

Cromatografia Laszlo: GC Massoia link

Concentração de uso:

Em óleo carreador em diluições de 1-2%. Inalação (6-15 gotas em difusor ambiental). Cremes e cosméticos 0,3-0,5%. Alimentos (geralmente de 4-6 gotas por KG)

Toxidade:

O produto pode ser irritante de peles sensíveis. Utilizar com cautela e sempre diluído para evitar problemas. Seu grau de irritação pode ser comparado ao do capim limão rico no aldeído citral.

Referências (textos Fabian Laszlo): 

1. Elisabetsky E, G.P. Coelho de Souza; Anticonvulsant properties of linalool and g-decanolactone in mice; ISHS Acta Horticulturae 1999 (501).
2. Costa-Lotufo LV, de Lucena DF, Andrade-Neto M, Bezerra JN, Leal LK, de Sousa FC, Viana GS. Analgesic, antiinflammatory and central depressor effects of the hydroalcoholic extract and fractions from Aeolanthus suaveolens.Biol Pharm Bull. 2004 Jun;27(6):821-4.
3. Barros ME, et al. Synthesis and evaluation of (-)-Massoialactone and analogues as potential anticancer and anti-inflammatory agents. Eur J Med Chem. 2014 Apr 9;76:291-300. 

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Eucalyptus Globulus

Imagem

 Nome latino: Eucalyptus globulus

Família: Myrtacecae

 Guia de compra:

  • Cor: Amarelo-claro
  • Viscosidade: Úmido
  • Aroma: Forte, lenhoso, canforoso. A cor amarela surge com a idade

 Países de origem: Austrália, China, Espanha, Portugal

Descrição: Árvore alta de casca lisa e branca, que pode crescer até mais de 30 m, com grandes folhas verdes rajadas, em forma de foice, que frequentemente chegam a mais de 20 cm de comprimento. Tem grandes flores brancas penugentes que se desenvolvem a partir do fruto, e um cálice lenhoso em forma de taça fechada que contém uma grande quantidades de sementes.

Partes usadas: Folhas e talos.

Método de extração: Destilação com vapor.

Rendimento:  1,8 a 2%

Usos mais importantes: Catarro, bronquite, resfriado, gripe, febre, sinusite, dores musculares, dor de cabeça, indolência, cansaço mental, reumatismo, asma, picada de insetos, erupção, feridas na pele, frieira, dor de garganta.

 Propriedades terapêuticas: Anti-séptico, anti-inflamatório,expectorante, antifungo, antitérmico, anti-infeccioso, antiparasítico, antinevrálgico,m anti-putrescente, peitoral. As propriedades anti-sépticas desse óleo aumentam com a idade.

 Principais componentes químicos: 1,8-cineol, para cimene, eucaliptol, fenqueno, globulol, canfeno.

 Mistura-se bem com: Lavanda, alecrim, camomila-romana, camomila-dos-alemães,  hortelã-pimenta, tomilho-lanoso, tomilho-dourado,  limão,grapefruit, gerânio, gengibre, zimbro, cipreste, pinho.

 Fatos interessantes: O óleo essencial foi destilado pela primeira vez na Austrália em 1788, pelo cirurgião-geral da colônia, doutor John White. A árvore é em geral conhecida como “gomífera azul da Tasmânia”. O interesse internacional pela árvore surgiu em virtude de seu rápido crescimento e por ela usar uma grande quantidade de água, sendo assim capaz de converter pântano em terra arável. Provavelmente por ter esse processo destruído o campo fértil para o mosquito da malária, no século 19 a árvore ganhou a reputação de ser capaz de eliminar um local de “miasma” ou “febre”, quando a fonte da malária ainda não era conhecida. Daí o nome “árvore da febre”.

Contra indicação: Não deve ser usado em menores de 12 anos.

Retirado do livro: A – Z Aromaterapia – Susan Worwood

FOS – Frutooligossacarídeos e Probióticos.

FOS – Frutooligossacarídeos e Probióticos
Foto: FOS – Frutooligossacarídeos e Probióticos.<br />
Hoje em dia, nossa dieta contém muitos alimentos industrializados e ingerimos cada vez menos vegetais e frutas. Por causa disso, os suplementos de fibras tornaram-se grandes aliados de uma dieta balanceada.<br />
Mas é importante ressaltar que existem diferenças entre as diversas fibras disponíveis, e o tipo de fibra faz toda a diferença na capacidade em trazer benefícios para você.<br />
Alguns tipos de açúcares podem levar à fermentação excessiva das fibras, e por isso a utilização de FOS ( Frutooligossacarídeo), algumas vezes chamado de oligofrutose, é preferido.<br />
São, portanto, hidratos de carbono que resultam da ligação glicosídica de entre dois a dez monossacarídeos, utilizados  como adoçante, porém sem os efeitos adversos do aspartame, ciclamato e glutamato.<br />
O FOS  começou a ser utilizado na década de 1980 quando houve uma maior demanda por parte do consumidor por alimentos mais saudáveis e com menos calorias.</p>
<p>Trata-se de  um açúcar complexo derivado de plantas que já é comercializado hoje em dia como suplemento nutricional.  Preparado pela hidrólise de inulina e pela enzima a partir da sacarose frutosiltransferase. Porém, são açúcares ‘não<br />
convencionais’, não metabolizados pelo organismo humano e<br />
não calóricos.<br />
São considerados prebióticos uma vez que promovem seletivamente o crescimento de probióticos como Acidophillus e Bifidus. Essa característica faz com que os FOS promovam uma série de benefícios à saúde humana, desde a redução de colesterol sérico até o auxílio na prevenção de alguns tipos de cânceres,  concomitantemente à inibição do crescimento de microrganismos patogênicos, levado a um equilíbrio da microbiota, promovendo uma série de benefícios ao<br />
organismo.<br />
Além disso, eles fornecem uma sensação de matéria oleosa (causando maior sensação de saciedade), e sabor real de açúcar sem os aspectos negativos.  São extraídos das frutas e vegetais (como banana, cebola, chicória, alho, aspargo, trigo, tomate, entre outros).<br />
Os FOS resistem à hidrólise por meio das enzimas salivares e digestivas intestinais. No cólon eles são fermentados por bactérias anaeróbicas. Em outras palavras, eles possuem um valor calórico menor e ainda contribuem com o funcionamento da fibra alimentar da sua dieta. Os FOS são mais solúveis que as inulinas e são, assim, mais usados como aditivo em iogurte e outros produtos derivados do leite.</p>
<p>Em prol de uma boa saúde é muito importante corrigirmos o equilíbrio nas populações de bactérias “boas” e “más” na flora intestinal, para que possamos ter nosso organismo funcionando de forma  equilibrada, o que é essencial para a absorção otimizada dos nutrientes ingeridos. Os frutooligossacarídeos desempenham funções fisiológicas como alteração do trânsito intestinal com efeito de redução de metabólitos tóxicos, controle da pressão arterial, melhoria da biodisponibilidade de minerais, como cálcio, aumentando sua absorção e diminuindo o risco de osteoporose, diminuição do risco de aterosclerose, diminuição dos níveis de uréia e ácido úrico, mantendo o equilíbrio de nitrogênio, redução do colesterol plasmático e da hipertrigliceridemia.</p>
<p>Em relação ao câncer, os frutooligossacarídeos atuam indiretamente, através da produção de altas concentrações de ácidos graxos de cadeia curta (butirato, propionato e acetato), os quais são utilizados como fonte de energia pelas células epiteliais do cólon e são produzidos a partir da fermentação de carboidratos não digeríveis. Os frutooligossacarídeos reduzem os agentes genotóxicos no intestino e aumentam a produção de ácidos graxos de cadeia curta, como o butirato, que desativam componentes tóxicos (nitrosaminas e peróxido de hidrogênio) nas células do cólon de humanos, diminuem a formação de DNA e participa na diferenciação celular.</p>
<p>Os frutooligossacarídeos estimulam funções do sistema imunológico, diminuem a incidência de deslocamento bacteriano, evitando infecções e septicemias, e devido a uma alta concentração de bactérias produtoras de ácido lático, há uma diminuição da ação de enzimas implicadas em carcinogênese, diminuição da concentração de amônia fecal e incidência de tumores. Além de um efeito nutricional, os frutooligosacarídeos possuem efeitos benéficos fisiológicos e psicológicos que resultam em melhora na saúde ou risco reduzido de doença crônica. </p>
<p>O alto consumo de grandes quantidades de açúcar refinado, carnes e alimentos processados – típicos da alimentação cotidiana – pode deter populações de bactérias benéficas e favorecer o crescimento da população de bactérias nocivas. Esse desequilíbrio é extremamente maléfico ao seu organismo. Seus benefícios são ampliados pela adoção de uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis, sendo importante também a ingestão de líquidos.</p>
<p>Procure sempre um especialista.</p>
<p>Referências:<br />
1. Liboni Passos , L. ;  Kun Park, Y. "Frutooligossacarídeos: implicações na saúde humana e utilização em alimentos"  Ciência Rural, Santa Maria, v.33, n.2, p385-390, 2003<br />
2. MOLIS, C. et al. Digestion, excretion, and energy value of<br />
fructooligosaccharides in healthy humans. Am J Clin Nutr,<br />
Nantes, v.64, n.3, p.324328, 1996<br />
3. SPIEGEL, J.E. et al. Safety and benefits of frutooligosaccharides<br />
as food ingredients. Food Techn, Boston, v.48, p.85-89, 1994.<br />
4. Christopher Duggan, Jennifer Gannon and W Allan Walker. Protective nutrients and functional foods for the gastrointestinal tract. American Journal of Clinical Nutrition, Vol. 75, No. 5, 789-808, May 2002.<br />
5. Kelly S. Swanson et al. Fructooligosaccharides and Lactobacillus acidophilus Modify Bowel Function and Protein Catabolites Excreted by Healthy Humans. American Society for Nutritional Sciences, J. Nutr. 132:3042-3050, October 2002.” src=”<a href=https://fbcdn-sphotos-g-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash3/p480x480/1014450_222289871267026_284318081_n.jpg&#8221; width=”403″ height=”416″ />
Hoje em dia, nossa dieta contém muitos alimentos industrializados e ingerimos cada vez menos vegetais e frutas. Por causa disso, os suplementos de fibras tornaram-se grandes aliados de uma dieta balanceada.
Mas é importante ressaltar que existem diferenças entre as diversas fibras disponíveis, e o tipo de fibra faz toda a diferença na capacidade em trazer benefícios para você.
Alguns tipos de açúcares podem levar à fermentação excessiva das fibras, e por isso a utilização de FOS ( Frutooligossacarídeo), algumas vezes chamado de oligofrutose, é preferido.
São, portanto, hidratos de carbono que resultam da ligação glicosídica de entre dois a dez monossacarídeos, utilizados como adoçante, porém sem os efeitos adversos do aspartame, ciclamato e glutamato.
O FOS começou a ser utilizado na década de 1980 quando houve uma maior demanda por parte do consumidor por alimentos mais saudáveis e com menos calorias.

Trata-se de um açúcar complexo derivado de plantas que já é comercializado hoje em dia como suplemento nutricional. Preparado pela hidrólise de inulina e pela enzima a partir da sacarose frutosiltransferase. Porém, são açúcares ‘não convencionais’, não metabolizados pelo organismo humano e
não calóricos.
São considerados prebióticos uma vez que promovem seletivamente o crescimento de probióticos como Acidophillus e Bifidus. Essa característica faz com que os FOS promovam uma série de benefícios à saúde humana, desde a redução de colesterol sérico até o auxílio na prevenção de alguns tipos de cânceres, concomitantemente à inibição do crescimento de microrganismos patogênicos, levado a um equilíbrio da microbiota, promovendo uma série de benefícios ao organismo.
Além disso, eles fornecem uma sensação de matéria oleosa (causando maior sensação de saciedade), e sabor real de açúcar sem os aspectos negativos. São extraídos das frutas e vegetais (como banana, cebola, chicória, alho, aspargo, trigo, tomate, entre outros).
Os FOS resistem à hidrólise por meio das enzimas salivares e digestivas intestinais. No cólon eles são fermentados por bactérias anaeróbicas. Em outras palavras, eles possuem um valor calórico menor e ainda contribuem com o funcionamento da fibra alimentar da sua dieta. Os FOS são mais solúveis que as inulinas e são, assim, mais usados como aditivo em iogurte e outros produtos derivados do leite.

Em prol de uma boa saúde é muito importante corrigirmos o equilíbrio nas populações de bactérias “boas” e “más” na flora intestinal, para que possamos ter nosso organismo funcionando de forma equilibrada, o que é essencial para a absorção otimizada dos nutrientes ingeridos. Os frutooligossacarídeos desempenham funções fisiológicas como alteração do trânsito intestinal com efeito de redução de metabólitos tóxicos, controle da pressão arterial, melhoria da biodisponibilidade de minerais, como cálcio, aumentando sua absorção e diminuindo o risco de osteoporose, diminuição do risco de aterosclerose, diminuição dos níveis de uréia e ácido úrico, mantendo o equilíbrio de nitrogênio, redução do colesterol plasmático e da hipertrigliceridemia.

Em relação ao câncer, os frutooligossacarídeos atuam indiretamente, através da produção de altas concentrações de ácidos graxos de cadeia curta (butirato, propionato e acetato), os quais são utilizados como fonte de energia pelas células epiteliais do cólon e são produzidos a partir da fermentação de carboidratos não digeríveis. Os frutooligossacarídeos reduzem os agentes genotóxicos no intestino e aumentam a produção de ácidos graxos de cadeia curta, como o butirato, que desativam componentes tóxicos (nitrosaminas e peróxido de hidrogênio) nas células do cólon de humanos, diminuem a formação de DNA e participa na diferenciação celular.

Os frutooligossacarídeos estimulam funções do sistema imunológico, diminuem a incidência de deslocamento bacteriano, evitando infecções e septicemias, e devido a uma alta concentração de bactérias produtoras de ácido lático, há uma diminuição da ação de enzimas implicadas em carcinogênese, diminuição da concentração de amônia fecal e incidência de tumores. Além de um efeito nutricional, os frutooligosacarídeos possuem efeitos benéficos fisiológicos e psicológicos que resultam em melhora na saúde ou risco reduzido de doença crônica.

O alto consumo de grandes quantidades de açúcar refinado, carnes e alimentos processados – típicos da alimentação cotidiana – pode deter populações de bactérias benéficas e favorecer o crescimento da população de bactérias nocivas. Esse desequilíbrio é extremamente maléfico ao seu organismo. Seus benefícios são ampliados pela adoção de uma alimentação equilibrada e hábitos de vida saudáveis, sendo importante também a ingestão de líquidos.

Procure sempre um especialista.

Referências:
1. Liboni Passos , L. ; Kun Park, Y. “Frutooligossacarídeos: implicações na saúde humana e utilização em alimentos” Ciência Rural, Santa Maria, v.33, n.2, p385-390, 2003
2. MOLIS, C. et al. Digestion, excretion, and energy value of
fructooligosaccharides in healthy humans. Am J Clin Nutr,
Nantes, v.64, n.3, p.324328, 1996
3. SPIEGEL, J.E. et al. Safety and benefits of frutooligosaccharides
as food ingredients. Food Techn, Boston, v.48, p.85-89, 1994.
4. Christopher Duggan, Jennifer Gannon and W Allan Walker. Protective nutrients and functional foods for the gastrointestinal tract. American Journal of Clinical Nutrition, Vol. 75, No. 5, 789-808, May 2002.
5. Kelly S. Swanson et al. Fructooligosaccharides and Lactobacillus acidophilus Modify Bowel Function and Protein Catabolites Excreted by Healthy Humans. American Society for Nutritional Sciences, J. Nutr. 132:3042-3050, October 2002.

Repost de Homeostasis

Eucalyptus Citriodora

Eucalyptus_citriodora

Nome latino: Eucalyptus citriodora

Família: Myrtacecae

Guia de compra:

  • Cor: Amarelo-claro a vivo
  • Viscosidade: Úmido
  • Aroma: Forte, balsâmico, cítrico

Países de origem: Austrália, Brasil, China, Índia, África do Sul

Descrição: Árvore alta e perene, de tronco branco enodoado e flores brancas penugentas. Para a produção do óleo a árvore é cortada na altura de 1,5 m, a fm de estimular novo crescimento, porque grande parte do óleo se contra nas folhas novas.

Partes usadas: Folhas e ramos.

Método de extração: Destilação com vapor.

Rendimento:  2 a 2,4% ( espécies selvagens: 1%).

Usos mais importantes: Infecções do peito, anti-séptico, infecções por fungo, repelente de insetos, infecções de pele por bactéria, dores, ferimentos, asma, dor de garganta, febre, catapora, sarampo, tônico geral do corpo, reumatismo, relaxamento, artrite, cistite.

Propriedades terapêuticas: Antiinfecciosos, anti-séptico, antiinflamatório, calmante, peitoral, antibiótico, vulnerário, antifungo.

Principais componentes químicos: Citronelal, citronelil, acetato, citronelol, 1,8-cineolo, linalol.

Mistura-se bem com: Manjericão, benjoim, cedro, esclareia, cravo,  gerânio, lavanda, gengibre, pimenta-do-reino, laranja, outros óleos de eucalipto, olíbano, zimbro, cipreste, limão, manjerona, hortelã-pimenta, pinho, ravensara, alecrim, sálvia, tea tree, tomilho-lanoso, vetiver, ilangue-ilangue.

Fatos interessantes: Usado como repelete para baratas, traças de livros, etc. A madeira é empregada em situações que requerem resistência e flexibilidade, como por exemplo a estrutura inferior das carroceiras, construção de navios e de pontes, madeiramento de teto, alças, pás, picaretas, etc. Costumava ser incluído num cigarro vendido na Austrália, que continha três variedade de eucalipto.

Contra indicação: Não se tem notícia de nenhuma.

A – Z Aromaterapia – Susan Worwood